
O suor que escorre do meu rosto enche o rio do meu Brasil
Minhas mãos tornam-se pés ao remar pelas águas
Azul e branco é o que meus olhos vêem
No balanço do tempo.
No horizonte eu vejo a esperança nascendo a cada manhã
Sou índio, mulato, sou branco misturado
Meio peixe, meio homem
De manhã sobre o meu barco com o sol de cada dia
Ele é que me faz companhia.
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